II REUNIÃO DE INSTITUIÇÕES VINCULADAS E EMPRESAS ENVOLVIDAS NO RECEBIMENTO E COMERCIALIZAÇÃO DE GRÃOS DE CANOLA.
29/03/2016
Evento que antecede o IX Curso de capacitação e difusão de tecnologia em canola.
Horário: 14 horas.
Local: Embrapa Trigo.Passo Fundo-RS.
Tem como objetivo UNIFORMIZAR OS PROCEDIMENTOS PARA CLASSIFICAÇÃO DOS GRÃOS DE CANOLA, vizando a AUTOREGULAMENTAÇÃO do setor.
ROTEIRO NO PROCESSO DE RECEBIMENTO DE CANOLA
Processo de Recebimento:
1)Identificação do produto;
2)Pesagem;
3)Coleta de amostras;
4)Análise e quantificação dos resultados: a)Determinação da umidade; b)Impurezas e /ou matérias estranhas;
5)Local para descarga.
1) Identificação do Produto: Tem a finalidade de definir os passos subseqüentes, tais como: coleta de amostras, análises (parâmetros), locais de descarga;
2) Pesagem: Comum a todos os produtos;
3) Coleta de amostras: A criação de normas para execução de uma coleta e preparação de amostras que se
destinam à análise, objetiva minimizar as distorções de resultados analíticos que são atribuídos à habitual má
representatividade das mesmas. “A coleta de amostras é uma tarefa em que se deve ter extremo cuidado, amostra representativa, utilizando o maior número de sub-amostras possíveis”.
O volume a ser coletado deve ser proporcional ao volume à ser analisado, partindo-se de uma amostragem
mínima de 100 g por tonelada, mas que amostra representativa nunca seja inferior a 1 Kg.
A preparação da amostra corresponde a operação de homogeneização e redução das amostras. A homogeneização na falta de equipamento apropriado poderá ser feita em balde ou bandeja.
4 -Determinação da umidade: Deverá ser feita por métodos indiretos em amostra livre de matérias estranhas e ou impurezas, utiliza-se para tal aparelhos de determinação rápida; os determinadores elétricos são os únicos instrumentos que atendem as necessidades de uma rápida leitura do teor de umidade.
A umidade determinada constitui a chamada água livre.
São vários fatores que podem influenciar na determinação da umidade:
a)Variação da umidade no momento da colheita, dentro do mesmo campo e de campo para campo;
b)Híbrido;
c)Aspecto sanitário do produto;
d)Danos físicos, temperatura dos grãos;
É praticamente impossível incluir todos os fatores que podem afetar a precisão da leitura na calibragem de um
determinador.
Determinador de Umidade Modelo Universal: Neste aparelho os grãos são prensados entre dois eletrodos, ligados a uma fonte de eletricidade e um galvanômetro.
A Umidade real, para algumas espécies será obtida após subtrações ou multiplicações por valores constantes
obtidos na tabela que acompanha o aparelho. O determinador Universal apresenta duas escalas nomegometro
(OHMÍMETRO) o que permite leitura de produtos com alto percentual de umidade.
Matérias estranhas e/ ou impurezas: Tudo que vazar na peneira, inclusive pedaços de grãos, além de todos os
detritos de qualquer natureza, grãos ou sementes de outras espécies que ficarem retidos na aludida da peneira (devem ser catados, pesados e expresso em porcentagem).
Aparelhagem: Balança semi-analítica ou eletrônica, com sensibilidade de 0,1 grama; jogo de peneiras, específicas para canola com crivo (0,8 - 1,00 – 2,00 e 3,00 mm.); separador automático de impurezas (Sintel). Na operação, de separação de impurezas e ou matérias estranha, por peneiras, poderá ser superposta a peneira específica quantas o classificador julgar conveniente para facilitar e agilizar o trabalho, visando a separação de palhas, impurezas graúdas e etc..
Após a complementação do procedimento inicial do recebimento, pesagem, análises, elaboração da
documentação de entrada.